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Publicada em 26/11/2020 às 22:37
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CRIAÇÃO DE EMPREGOS
Levantamento feito pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), revela que, embora a agricultura não seja um setor que gere tantos empregos quanto o comércio, a indústria e os serviços, os recursos financeiros criados dentro da porteira vai se espalhando, movimentando a economia dos municípios do interior do País e gerando contratações em outros segmentos. Entre os 100 municípios que mais ampliaram a quantidade de postos formais de trabalho neste ano até setembro, 26 estão nos três Estados que também mais expandiram a receita agrícola na safra 2019/2020. Em primeiro lugar está o Paraná, com 11 cidades; depois Goiás, com 9; e Mato Grosso, com 6 municípios. 

TAXAS PARA LIXO 
As cidades brasileiras vão ser obrigadas a vivenciar uma onda de criação de taxas e tarifas para os serviços de lixo. Atualmente, apenas 47% dos municípios têm algum tipo de arrecadação específica para sustentar essa atividade. O valor recolhido com essas taxas cobre pouco mais da metade dos custos, segundo o Diagnóstico de Resíduos Sólidos Urbanos do governo. Quando foi criado em julho, o novo marco legal do saneamento estabeleceu o prazo de um ano para os municípios criarem uma taxa ou tarifa para o lixo. Com essa regra, a lei busca dar sustentabilidade financeira a um setor que precisa de investimentos. 
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