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<< Corrupção não é ônus de um partido ou um governo, afirma procurador

Publicada em 26/11/2015 às 02:11
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O procurador da República, Deltan Dellagnol, do Ministério Público Federal do Paraná, que atua nas investigações da "Operação Lava-Jato", voltou a afirmar que a corrupção no Brasil é "sistêmica", não é "ônus" de um partido ou de um governo, e defendeu a proposição de projeto de lei popular para implementar dez medidas contra crimes de colarinho branco, uma campanha encampada pelas Procuradorias.
 
"A corrupção no Brasil não é Petrobras, é sistêmica. Não é ônus de um partido ou de um governo. A corrupção vem de longa data", disse Dellagnol, em palestra a uma plateia formada em sua maioria por universitários na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio. Ao fazer a defesa das dez medidas propostas pelo Ministério Público, Dellagnol criticou a inoperância do Executivo e do Legislativo para mudar leis e regras para tornar o combate à corrupção mais efetivo. Para o procurador, a "Lava-Jato" não mudará o País, apesar da expectativa criada em torno de cada nova fase da operação.                
 
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