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<< Mortes em rodovias sob concessão do Estado caem 51,7% em 14 anos Dados foram feitos com base em pesquisa da Agência de Transporte do Estado de São Paulo

Publicada em 02/10/2015 às 01:10
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Foto: Alexandre Moreira
O índice de mortes nas rodovias concedidas no Estado de São Paulo caiu 51,7% entre 2000 e 2013, segundo pesquisa aplicada pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). Segundo Carlos Campos, gerente de Segurança e Sinalização da agência, o índice leva em conta os acidentes, a extensão da malha e o volume de veículos em circulação.
 
Em seminário realizado no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Campos destacou que essa diminuição se deve a investimentos feitos pelo Programa Estadual de Concessão de Rodovias no Estado de São Paulo. Os investimentos na malha concedida entre 1998, quanto teve início o Programa de Concessão, e junho de 2015, superaram R$ 70 bilhões em obras, que incluíram duplicação de pistas, implantação de marginais, readequação de acessos e várias outras intervenções ao longo dos 6,4 mil quilômetros.
 
CUIDADOS COM O FATOR HUMANO - O gerente da Artesp destacou que o maior desafio atual é o fator humano, isto é, fazer com que as pessoas passem a dirigir com maior consciência e respeito às leis de trânsito, reduzindo, consequentemente, as vítimas envolvidas em acidentes.
 
A meta para as rodovias sob concessão em São Paulo é reduzir em 50% o número de mortes até 2020 (tomando por base o ano de 2010, de acordo com preceito estabelecido pela ONU para a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito", e em 20% o número de feridos no mesmo período.
 
Campos destacou que o foco no “fator humano” já foi adotado com resultados satisfatórios durante este ano com campanhas dirigidas pela Artesp, com o objetivo conscientizar sobre a importância do uso do cinto de segurança, inclusive no banco traseiro.
 
Pesquisa aplicada em dezembro do ano passado mostrou que 54% dos passageiros do banco traseiro não utilizavam o cinto de segurança. Após oito meses de campanha, um novo estudo, concluído em agosto deste ano, apontou queda de 16% no índice de passageiros do banco traseiro que não utilizavam o cinto, caindo para 38% os que não usavam o dispositivo.
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