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<< Menina com doença rara não é aceita em escolas de Campinas

Publicada em 28/08/2012 às 18:39
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Há um ano, a dona de casa Suzana Matsumoto, 30, mãe de uma menina de sete anos com uma doença rara de pele, procura uma escola particular para a filha, em Campinas, mas sem sucesso. 
 
A menina tem epidermólise bolhosa, doença genética não contagiosa que deixa a pele muito sensível, provocando feridas e problemas de cicatrização que dificultam os movimentos. Em idade de alfabetização, Letícia sabe escrever apenas o próprio nome.
 
"Minha filha conseguiria prestar atenção na aula como qualquer criança, só precisaria de um pouco de atenção com movimentos e brincadeiras alternativas no recreio", afirma Suzana. Ela diz ter se oferecido para contratar um monitor que ajudasse a filha durante as atividades escolares.
 
"Ela pede para ir à escola, quer conhecer esse mundo", diz. Enquanto não é aceita, Letícia brinca com o irmão, de oito anos, em casa. "Às vezes até de pega-pega."
 
 
 

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