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<< Festival de Música Pernambucana movimenta Sorocaba nesta semana De amanhã até domingo, talentos artísticos de Pernambuco estarão na cidade para agitar a Usina Cultural

Publicada em 11/10/2011 às 21:19
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No sábado, dia 15, às 19h30, quem abre o festival é Junio Barreto (Foto: Divulgação)
A partir desta quinta-feira (13), Sorocaba vai receber alguns dos principais ícones do movimento manguebeat e outros talentos artísticos de Pernambuco para o "Festival de Música Pernambucana - Lado PE", que acontecerá na Usina Cultural "Ettore Marangoni" até domingo. Além das atrações musicais, o festival terá a exibição de dois trabalhos cinematográficos filmados pelas lentes de cineastas pernambucanos. 

Na abertura da programação, dia 13, às 19 horas, o CineCafé apresenta o filme “Árido Movie”, dirigido por Lírio Ferreira, que conta a história de repórter que mora em São Paulo e tem de retornar à sua cidade natal, no interior nordestino, depois que seu pai é assassinado. Outra atração da noite será o curta-metragem “O Mundo é uma Cabeça”, dirigido por Cláudio Barroso e Bidu Queiroz. A sessão especial terá a participação dos diretores Bidu Queiroz e Lírio Ferreira.

No dia 14, sexta, estão reservadas duas apresentações musicais, a partir das 19h30. O primeiro a subir no palco é Ortinho, com o show "Herói Trancado". Depois de estar à frente de uma das raras bandas de rock’n roll autênticas surgidas na época do manguebeat, a Querosene Nazaré, Ortinho passou a colorir suas canções com novas experimentações musicais com ritmos regionais que mesclam o côco, ciranda, forró, maracatu e samba, em parcerias com Chico Science, Otto, Lula Côrtes, Junio Barreto e Arnaldo Antunes. O show traz o nome do álbum lançado em 2010.

A primeira noite musical do Festival terá também a apresentação da banda Mundo Livre S/A, com o show "As Lendas da Etnia Toshi Babaa". No repertório estão as canções do seu oitavo álbum, com misturas sonoras satíricas e bem-humoradas, que reúnem pop e épico, samba de compasso envergado, boleros com ares psicodélicos, tecnofrevo, discomusic com tempero dos carnavais recifenses e cosmic samba. 

No sábado, dia 15, às 19h30, quem abre o festival é Junio Barreto, com apresentação do show "Setembro", nome do seu segundo albúm, que contou com a participação de nomes como Vitor Araújo, Céu, Marina de La Riva e Mombojó. O compositor lançou o primeiro CD em 2005, que incluía a música “Santana”, já gravada por Lenine, Maria Rita e Gal Costa. 

Em seguida, sobe ao palco a banda olindense Eddie, que traz o show "Carnaval no Inferno", nome do seu último álbum. Com vinte anos de carreira e três CDs gravados, a Eddie se destaca por seu balanço particular, proporcionado por uma sonoridade própria e liberdade autoral. 

Na última noite do festival, domingo, dia 16, às 19 horas, a percussionista, compositora e cantora Alessandra Leão apresenta o show "Dois Cordões". Dona de uma voz elogiada, Alessandra iniciou sua carreira em 1997, com o grupo Comadre Fulozinha. Atuou também ao lado de músicos como Antônio Nóbrega e Siba.

A programação será encerrada com Lirinha. Idealizador, diretor e autor do espetáculo "Cordel do Fogo Encantado", ele retorna aos palcos depois de mais de um ano e meio, com mais uma ação no território de fronteira entre a música e a poesia. 

O show reproduzirá ao vivo as onze faixas inéditas do novo disco, "Lira", e algumas músicas conhecidas da banda Cordel do Fogo Encantado. A iluminação conta com a assinatura de Jathyles Miranda, premiado iluminador cênico brasileiro, que dará sequência à ousadia, invenção e originalidade que marcaram os espetáculos do músico.

ATIVIDADES PARALELAS - A programação foi incrementada com uma série de intervenções artísticas paralelas que irão movimentar a Usina Cultural. No dia 14, sexta, quem abre a programação são os grafiteiros Will Ferreira e Diego Dedablio que farão uma demonstração de toda a criativadade do seu trabalho, às 18 horas. A dupla volta a se apresentar no dia 15, sábado, às 15 horas, e no dia 16, domingo, às 18.

Outra atração paralela que promete envolver o público do festival é o projeto "Symbiosis", da artista paraense Roberta Carvalho. Por meio de uma série de intervenções, que envolvem projeções digitais videográficas e fotográficas em copas de árvores, a artista propõe uma discussão sobre a relação entre o homem, a arte e a natureza, misturando a um só tempo a intervenção urbana, fotografia, vídeo digital e instalação. As apresentações acontecem nos dias 14 (sexta), 15 (sábado) e 16 (domingo), sempre às 18h30. No domingo, dia 16, o público terá ainda a presença do Grupo de Maracatu Matinta Perera, que fará uma apresentação e oficina a partir das 15 horas. 

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