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<< Em NY, Dilma diz que saúde da mulher é sua prioridade

Publicada em 19/09/2011 às 20:21
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A presidente discursou na ONU (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
Ao discursar pela primeira vez na viagem que faz nesta semana a Nova York, a presidente Dilma Rousseff disse ontem (19) que a saúde da mulher é prioridade de seu governo. Acrescentou que está fortemente empenhada na redução de problemas que afetam esse segmento da população, como o câncer de mama e o de colo de útero, além da mortalidade infantil.

Ela citou medidas que estão sendo adotadas para reduzir esses problemas. “Estamos facilitando o acesso aos exames preventivos, melhorando a qualidade das mamografias e ampliando o tratamento para as vítimas de câncer”, disse em discurso na Reunião de Alto Nível sobre Doenças Crônicas Não Transmissíveis, da Organização da Nações Unidas (ONU), em Nova York.

Dilma ressaltou que a defesa do acesso a medicamentos e a promoção e prevenção à saúde devem caminhar juntas. Ela citou dados que mostram que no Brasil 72% das causas não violentas de óbito entre pessoas com menos de 70 anos ocorrem em função das chamadas doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão, diabetes e câncer. Lembrou que uma das primeiras medidas de seu governo foi garantir o acesso gratuito a medicamentos para diabetes e hipertensão.

“O Brasil defende o acesso aos medicamentos como parte do direito humano à saúde. Sabemos que é elemento estratégico para a inclusão social, a busca da equidade e o fortalecimento dos sistemas públicos de saúde”, explicou.

Dilma disse esperar que as discussões na ONU produzam passos decisivos na redução das doenças crônicas não transmissíveis, sobretudo entre a parcela mais pobre da população. “A incidência desproporcional dessas doenças entre os mais pobres demonstra a necessidade de repostas integrais aos nossos problemas. É fundamental que haja coordenação entre as políticas de saúde e aquelas destinadas a lidar com os determinantes socioeconômicos dessas enfermidades”. 
 
PRIMEIRA - Ela é a primeira mulher a discursar na abertura da Assembléia Geral da ONU. A presidente Dilma Rousseff disse que pretende fazer um discurso de “esperança” para outras nações e não escondeu que “dá um frio na barriga” falar na reunião das Nações Unidas. 

Perguntada se gostou da edição da revista norte-americana "Newsweek" desta semana, que traz a presidente na capa, Dilma disse: “Achei muito boa, agora que vou olhar a revista”. Intitulada “Não mexa com a Dilma”, a reportagem refere-se à presidente como “dinamite” e traz aspectos sobre sua vida e as ações dela no comando do governo.

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