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<< Deterioração de Santuário é levada com pedido de socorro ao Condephaat

Publicada em 19/09/2011 às 19:56
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É calamitoso o estado de conservação do teto e das paredes do histórico Santuário (Foto: Divulgação/AI)
O deputado estadual Hamilton Pereira (PT), depois de constatar `in loco' a situação de deterioração do Santuário Arquidiocesano de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, no bairro de Aparecidinha, considerado junto com o Mosteiro de São Bento e a Catedral Metropolitana um dos poucos patrimônios histórico-arquitetônico-religiosos de Sorocaba, está solicitando uma audiência com a presidente do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Arquitetônico e Turístico do Estado), Fernanda Falbo Bandeira de Melo. Um relatório ilustrado com fotografias do local já havia sido enviado pelo parlamentar ao Conselho no início do mês de junho.

O deputado estadual Hamilton Pereira, que é autor da lei que incluiu a Romaria de Aparecidinha no calendário turístico oficial do Estado, ficou impressionado com os problemas de infiltração na sede do Santuário, declarado Patrimônio Histórico Estadual. "Os problemas são ainda mais graves no casarão histórico ao lado, que abriga atividades da Pastoral do Menor e sedia os cursos do Pro-Jovem", acrescenta ele. "É um absurdo o grau de deterioração do casarão, sendo que algumas salas estão até interditadas sob risco de desabamento do teto", observa Hamilton, contando ainda que o piso do lado de fora do casarão apresenta um grande desnível, "acredito que por problemas de infiltração". Somente através do programa Jovem Cidadão são atendidos no local cerca de 35 adolescentes em duas turmas, de segunda à sexta-feira, com período de 4 horas diárias de aula.

Outro trabalho social desenvolvido no local é a pesagem de crianças, que atende cerca de 15 pessoas, entre gestantes e crianças de 0 a 6 anos de idade, a cada 15 dias. Cerca de 30 crianças participam ainda, todos os sábados, do trabalho de Catequese realizado no casarão, além das reuniões mensais de Pastorais e cursos para catequistas. "A cada dia que se passa, a cada nova chuva que se precipita, os riscos de desabamento do teto ficam ainda maiores", observa também o deputado, para quem "as péssimas condições de preservação do prédio, apesar do esforço da Comunidade que acaba ficando engessada por não poder intervir na referida estrutura por se tratar de um patrimônio histórico, não são nada propícias para o desenvolvimento das atividades, todas de cunho educacional".

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